O ABSURDO

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Olá!
Eu finalmente resolvi voltar!
Como mostra minha primeira postagem por aqui este ano, as coisas não vão muito bem. E por isso tenho sentido que minha resiliência chegou ao seu momento delicado, momento este em que percebo que já estou afetada negativamente por muitas coisas.
Mas apesar de tudo, coisas legais tem acontecido e venho tentado me concentrar nelas, apesar dos pesares. Quem acompanha o blog/ou me conhece sabe o quanto luto para transformar cada situação ruim em aprendizado, e usar cada aprendizado para evoluir cada vez mais. No entanto estou cansada de aprender com o erro de outros, pois tenho visto que a maioria dos últimos fatos ocorridos em minha vida mais me feriram do que me ensinado.
Quando tenho de aprender com meus erros é difícil mas é a consequência dos meus atos.Mas pagar pelo erro dos outros é absurdo.
Bem no inicio deste ano ( no dia 2 de Janeiro para ser mais exata ) uma forte chuva que prejudicou de um modo ou de outro a maioria das casas na vizinhança, levou embora boa parte do teto do meu quarto, e quase me machucou. Foi uma maneira bem inusitada de começar o ano. ”Concertaram” o teto deixando boas infiltrações e goteiras enormes, ficou assim por um tempo até que concertaram de verdade, e eu pude voltar antes das aulas começarem. É as aulas voltaram! Segundo semestre … não sei muito oque dizer sobre, a Faculdade ainda esta uma bagunça, e nosso horário está confuso, pois nem mesmo a coordenação sabe dizer que aulas teremos em cada dia da semana.
Sobre meu trabalho, prefiro não comentar ( antes que passe nervoso só de lembrar! ), mas okay, nem tudo é uma droga. Eu ainda tenho os finais de semana, e algumas distrações que me salvam do absurdo da vida.Tenho mergulhado em sétima arte, e absorvendo tutano dos grandes clássicos, graças a influencia da minha professora de Literatura. 
Tenho valorizado mais do que nunca as amizades, pois essas são a verdadeira  família que se pode encontrar nesse mundo todo ao contrario em que vivemos. 
Sobre o fato de ser cristã e estar diante de tudo o que tem acontecido, não tenho muito a dizer, se não que não sou mais o que se pode chamar de cristã. No entanto preciso ainda desesperadamente de Cristo. 
Não tenho lido muitos livros, mas ando relendo minha vida até aqui, e o final ainda é um mistério, mas diria que estes são os capítulos mais chatos e cheio de achismos.
Não pretendo participar de nenhum Concurso de escrita este ano, mas estou colocando fim ao hiato por aqui, porque mesmo que ninguém leia mais este blog, ele continua servindo para o que foi criado. Para ser um registro do absurdo, do insólito, do meu eu que muda tanto, sem perder a essência da loucura de tentar apesar de tudo, sobreviver. 

Resolução sobre os amores de outrora

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Vivo esbarrando nos velhos amores
Amores de ontem, amores de outra fase 
De quando tinha  outro coração, o coração ingenuo de antes  das dores 
De antes de compreender o sentido daquela frase …
O ‘ Eu te amo ‘ se diluiu em lágrimas, se desfez assim o amor de outrora 
Outra história se fez, voltei a vida
Resplandeceu a aurora 
Reacendeu a chama ávida 
 
Vivo é verdade, esbarrando nos velhos amores
Eles me encontram nas estações de trem, nas menores livrarias da cidade, nos dias mais chuvosos, e até nos domingos de sol 
Os encontro até sem te-los por perto, pois continuam aqui, na memória
E devo confessar que cada um deles, fora único e inesquecível
Mas se foram!
Não partiram de todo é verdade, alguns nunca nem existiram 
São  só uns ”quases” que perambulam a hipótese do infinito inexistente 
Foram só olhares, gestos, palavras ao acaso …
Tentativas… erros… tentativas, nada mais do que tentativas !
Mas tenho certeza de que não eram pra ser 

Should I Stay Or Should I Go?

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Depois de tanto tempo … voltei! \o/
E devo confessar o quanto tenho sentido falta de escrever (pra variar), não só aqui no blog, mas nos meus velhos cadernos, e até mesmo no bloco de notas do celular.
Não estar em contato com a escrita me faz mau, me faz realmente muito mau. Sinto que se não puder traduzir o que sinto/penso/vivo em palavras, é como se não existisse sentido em certas ações.
Sim, isso tem haver com crise existencial (o que ocorre com frequência como sabem)! E decorrente de todos os questionamentos trazidos por ela, aqui estou para tentar transcrever minhas razões de reflexão (e claro as reflexões sobre também!).
Mais do que nunca meu insólito eu perambula atormentado por memórias e questões complexas de existencialismo.
Continuar a faculdade? ( Isso é mesmo o que quero? Se quero, porque quero? )
Esperar o que do futuro próximo de 2017? ( Sair de uma vez por todas de 2015, e compreender 2016 até aqui )
Depois de tudo, o que é o amor para mim afinal? …
One day is fine, next is black …
This indecision’s bugging me
If you don’t want me, set me free
Exactly who’m I’m supposed to be
Don’t you know which clothes even fit me?
Come on and let me know
Should I cool it or should I blow?
Should I stay or should I go now?
If I go there will be trouble
And if I stay it will be double
So you gotta let me know
Should I cool it or should I blow?
Nunca sei exatamente como proceder, nunca sei lidar com essas coisas em volta e essas coisas de dentro…
Nunca sei se acabou realmente, nunca sei como teria sido se continuasse, mas também não sei como será …
Não argumento mais pelas razões corretas, nunca mais tenho tido certeza desde de …
Todas as minhas frases passaram a ter reticencias, todos meus amores passaram a ser páginas que vivo tentando reescrever. Toda minha vida tem sido a justifica que tento dar aos meus sonhos. Meus sonhos tem sido interrompidos por um despertador, minha mente tem sido adormecida pela realidade.
Flashes e escuridão. Luz e sombras, a miopia da alma. Viver tem me feito morrer.
Estou procurando não sei bem o que. Estou indo não sei por onde, para algum lugar que não quero.
Mas vivo me perguntando se devo ficar ou partir …
Se devo amar ou deixar …
Se devo continuar ou recomeçar …
Será que tudo pode um dia ser como sonho, ou simplesmente tudo irá permanecer a ser como é agora?
Será que em algum momento, músicas de punk rock irão parar de fazer sentido pra mim?
Ou será que um dia ei de encontrar o sentido por trás de cada coisa, e músicas serão só músicas, memórias apenas memórias?

OBSERVE E ABSORVA

Conheça a historia inspiradora de vida de Eduardo Marinho,que certa vez se questionou sobre o por que da miséria a sua volta, e desde então sua vida tomou  um outro rumo. Filho de família rica, Eduardo buscava algo muito alem  do que uma carreira promissora ou dinheiro poderiam lhe oferecer, buscava compreender o outro lado da realidade, sendo parte integrante dela. E essas experiencias o tornaram  conhecido como o filosofo das ruas.

Cheio de valores e pensamentos questionadores sobre a sociedade, Eduardo atualmente é chamado para palestrar em universidades e programas de tv.

OBSERVE E ABSORVA!

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Eduardo marinho falhasOgAAAFiK3WDvKUJKWV1i5RahTeckHbQWemL1pLTOAKV44x3ARvXqWaaN_q7TcErPB6fJNnyWJg5TlKv9wXM0e3Mm5kwAm1T1UKDHcNLeRdOqHNtEuBgsNtJUH-3uOpressão e submissãotumblr_leq4y1qMA31qepwtzo1_500